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A Universidade Federal do Rio de Janeiro está com inscrições abertas para o 1º Concurso de Soluções Inovadoras – Prêmio Engaja UFRJ, iniciativa inédita que busca estimular a criação de propostas inovadoras voltadas aos desafios reais da universidade. A chamada contempla toda a comunidade acadêmica e prevê premiação de R$ 10 mil para cada uma das iniciativas selecionadas.
As inscrições tiveram início no dia 16 de março e seguem até 15 de maio de 2026, sendo realizadas por meio de formulário eletrônico. O concurso é organizado pela Pró-Reitoria de Gestão e Governança (PR-6) e pretende mobilizar estudantes, docentes, técnicos-administrativos e demais integrantes da universidade, individualmente ou em equipes.
Ao todo, serão selecionadas até dez propostas, que além da premiação financeira também poderão ser incorporadas ao Banco de Soluções da PR-6, com possibilidade de implementação por meio de instrumentos como compras públicas para inovação.
A iniciativa tem como objetivo transformar ideias em soluções concretas para o cotidiano universitário, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida nos campi e para a modernização da gestão institucional. Entre os temas prioritários estão áreas como segurança, acessibilidade, mobilidade, sustentabilidade, conectividade e uso eficiente de recursos.
Mais do que uma competição, o Prêmio Engaja UFRJ reforça o papel da universidade como um espaço de inovação e protagonismo, valorizando o conhecimento produzido internamente e incentivando a participação ativa da comunidade na construção de uma instituição mais eficiente, inclusiva e sustentável.
Os interessados podem acessar o edital completo e realizar a inscrição por meio do site oficial da PR-6 AQUI.
Fonte: CONEXÃO UFRJ
O Programa de Engenharia Nuclear (PEN/COPPE/UFRJ) divulga o resultado final do processo de seleção interna de candidatos para indicação ao Programa Bolsa Nota 10 da FAPERJ, nas modalidades de Mestrado e Doutorado – 2026.
O processo seletivo foi realizado em 19 de março de 2026, seguindo os critérios acadêmicos e institucionais estabelecidos, com o objetivo de identificar e indicar candidatos com desempenho destacado e potencial científico para concorrer à concessão da bolsa junto à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ).
Acesse o Resultado Final ao Programa Bolsa Nota 10 da FAPERJ AQUI!
O resultado foi submetido à apreciação do Colegiado do PEN/COPPE/UFRJ, consolidando a etapa interna de avaliação e indicação dos candidatos selecionados.
A Bolsa Nota 10 da FAPERJ é destinada a estudantes de pós-graduação com excelência acadêmica, reconhecendo trajetórias de destaque e incentivando o desenvolvimento de pesquisas de alto impacto científico e tecnológico.
Os candidatos selecionados serão indicados oficialmente à FAPERJ, que dará prosseguimento às etapas subsequentes do processo de concessão das bolsas.
A Coordenação do Curso de Engenharia Nuclear divulga o resultado do processo seletivo para concessão de 1 (uma) bolsa do Programa PAEALIG 2026, referente ao Edital nº 1036/2025, destinada ao Laboratório de Informática do curso.
A seleção foi realizada no dia 24 de março de 2026, seguindo os critérios estabelecidos em edital, que consideraram o desempenho acadêmico dos candidatos, bem como os requisitos técnicos necessários para atuação no laboratório.
O processo teve como objetivo selecionar um estudante apto a contribuir com as atividades do Laboratório de Informática do Curso de Engenharia Nuclear, apoiando demandas acadêmicas, operacionais e de suporte às atividades de ensino e pesquisa.
A lista com o resultado final e a classificação dos candidatos encontra-se acessando AQUI!
A Coordenação parabeniza todos os candidatos participantes pelo interesse e dedicação, reforçando a importância dessas iniciativas para o fortalecimento da formação acadêmica e da vivência prática no ambiente universitário.
Estão abertas as inscrições para o XIII Congresso Regional de Segurança Radiológica e Nuclear, juntamente com o XI Congresso Latino-Americano da IRPA e o Encontro Ibero-Americano de Proteção Radiológica, um dos principais eventos internacionais da área.
O congresso será realizado entre os dias 18 e 22 de outubro de 2026, na cidade de Medellín, Colômbia, reunindo pesquisadores, profissionais, estudantes e especialistas para discutir avanços, desafios e inovações no campo da proteção radiológica e segurança nuclear .
A programação do evento abordará temas estratégicos relacionados à segurança radiológica, proteção ambiental, aplicações médicas e industriais das radiações, além de promover o intercâmbio de experiências e o fortalecimento da cooperação científica internacional.
O encontro representa uma oportunidade importante para atualização profissional, apresentação de trabalhos científicos e ampliação de redes de colaboração na área de proteção radiológica e nuclear.
Os interessados podem acessar mais informações e realizar a inscrição por meio do site oficial do evento:
Fonte: IRPA 2026
A recente entrevista concedida por Thiago Barral, subsecretário de Implementação da Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono do Ministério da Fazenda, lança luz sobre os principais desafios e oportunidades do cenário nuclear brasileiro, em um contexto marcado pela transição energética e pela agenda climática global.
Na conversa publicada na revista Conexão Nuclear, Barral destaca que o Brasil vive um momento decisivo, com a aprovação de importantes marcos legais nas áreas climática e energética. No entanto, o principal desafio agora é tirar essas políticas do papel e garantir sua implementação de forma integrada, técnica e eficiente .
Um dos pontos centrais da entrevista é a construção do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), que deverá estruturar o mercado regulado de carbono no país. Segundo Barral, o sistema será fundamental para dar valor econômico às ações de redução de emissões e tornar mais competitiva a produção nacional no cenário internacional .
Nesse contexto, a energia nuclear surge como um elemento estratégico. O subsecretário ressalta que fontes de baixa emissão de carbono, como a nuclear, são essenciais para reduzir a pegada de carbono dos produtos brasileiros, ampliando sua inserção em cadeias globais de valor cada vez mais exigentes do ponto de vista ambiental .
Barral também enfatiza que o mercado de carbono não deve ser visto como um obstáculo, mas sim como uma oportunidade. Para ele, a criação de um sistema robusto e confiável pode transformar os diferenciais ambientais do Brasil em vantagens econômicas reais, fortalecendo a competitividade da indústria nacional .
Outro aspecto relevante abordado é o caráter de longo prazo dessa agenda. A implementação do SBCE está estruturada em diferentes fases e deve se consolidar ao longo dos próximos anos, exigindo coordenação entre políticas públicas, setor produtivo e comunidade científica.
Diante de um cenário global em transformação, a entrevista evidencia que o Brasil possui potencial técnico, científico e energético para assumir protagonismo no setor nuclear, desde que avance na consolidação de políticas, na formação de recursos humanos e no fortalecimento de sua base tecnológica.