Accessibility Tools
O Programa de Engenharia Nuclear (PEN) da Coppe/UFRJ dá as boas-vindas à professora Roberta Leitão, que passa a integrar o corpo docente da instituição após aprovação em concurso público para novos professores da Coppe.
Roberta Leitão é mestre e doutora em Engenharia Nuclear pela Coppe. Sua atuação envolve aplicações de radioisótopos e espectroscopia de raios X, com destaque para técnicas de fluorescência de raios X, como micro-XRF e TXRF.
A chegada da professora integra a renovação do corpo docente da Coppe/UFRJ, que recebeu oito novos professores selecionados em um concurso público que reuniu 113 candidatos. A iniciativa também busca fortalecer a integração entre os programas, laboratórios e diferentes áreas de conhecimento da instituição.
Durante a recepção dos novos docentes, a diretora da Coppe, professora Suzana Kahn, destacou a importância da colaboração interdisciplinar e da aproximação entre grupos de pesquisa, incentivando os professores a conhecerem as competências existentes na instituição e a desenvolverem trabalhos conjuntos.
O PEN dá as boas-vindas à professora Roberta Leitão e deseja sucesso nesta nova etapa de sua trajetória acadêmica.
Fonte: Coppe/UFRJ
O Programa de Engenharia Nuclear (PEN/COPPE/UFRJ) e o Departamento de Engenharia Nuclear (DNC/Poli/UFRJ) convidam toda a comunidade acadêmica a participar do processo eleitoral para a escolha dos novos dirigentes que conduzirão as instituições durante o mandato de 2027 a 2028. O pleito definirá a nova coordenação do PEN e a nova chefia do DNC.
A votação será realizada nos dias 16 e 17 de novembro de 2026, por meio do sistema eletrônico de votação da COPPE, com acesso via e-mail institucional. Para garantir a participação no processo eleitoral, é fundamental que todos os eleitores verifiquem e mantenham seus endereços de e-mail institucional devidamente atualizados, assegurando o recebimento das orientações e credenciais de voto.
O processo contará com chapa única, constituída pelos seguintes candidatos:
Davi Ferreira de Oliveira: Candidato a coordenador do PEN e substituto eventual do chefe do DNC.
Andressa dos Santos Nicolau: Candidata a chefe do DNC e vice-coordenadora do PEN.
A mobilização e o engajamento da comunidade acadêmica são essenciais para fortalecer a representatividade e a gestão democrática das unidades. Atualize seu e-mail institucional e participe ativamente da escolha!
O Instituto de Radioproteção e Dosimetria (IRD), unidade técnico-científica da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), está com inscrições abertas para a turma de 2027 do seu Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em proteção radiológica e segurança de fontes radioativas. O edital oferece 20 vagas gratuitas, com reserva de 20% para candidatos autodeclarados pretos, pardos, indígenas e/ou pessoas com deficiência, além de quatro vagas adicionais destinadas a estudantes estrangeiros indicados pela AIEA.
A formação é voltada para profissionais com nível superior ou tecnológico nas áreas de Engenharia, Física, Química, Biologia, Saúde e Radiologia. Com carga horária de 508 horas distribuídas ao longo de sete meses, o curso combina aulas teóricas, exercícios de laboratório, visitas técnicas e simulações para preparar os participantes para atuar na prevenção e no controle de riscos associados às radiações ionizantes.
O edital também prevê a possibilidade de concessão de até cinco bolsas de estudo no valor mensal de R$ 2.100, condicionada à disponibilidade orçamentária. As inscrições seguem abertas até o dia 13 de novembro de 2026 e devem ser realizadas exclusivamente por meio do Sistema SIPOS.
FONTE: Gov
A Coppe/UFRJ teve 11 de suas tecnologias reconhecidas entre as 23 patentes da UFRJ concedidas pelo INPI em 2025. A entrega dos certificados aos pesquisadores ocorreu em 19 de outubro, no Dia da Inovação, promovido pela InovaUFRJ no Inovateca, no Parque Tecnológico da UFRJ.
O destaque foi a tecnologia de micro e nanopartículas poliméricas biodegradáveis, criada para potencializar a proteção solar. Desenvolvida em parceria entre a startup BioBeads Solução em Polímeros, residente na Incubadora de Empresas da Coppe, e pesquisadores do Engepol/PEQ, a solução foi eleita a melhor patente do Brasil, recebendo o Prêmio Patente do Ano da ABPI.
Ao todo, o Programa de Engenharia Química (PEQ) liderou com quatro patentes, seguido por Engenharia Metalúrgica e de Materiais (PEMM) com três, Engenharia Elétrica (PEE) com duas, além de Engenharia Mecânica (PEM) e Engenharia Nuclear (PEN) com uma cada. As soluções abrangem desde tomografia portátil e sensoriamento óptico até impressão 3D com polímeros reciclados e geração de hidrogênio, desenvolvidas em parcerias estratégicas com a Petrobras (Cenpes) e a Marinha do Brasil.
FONTE: COPPE
Um levantamento internacional sobre a percepção pública da energia nuclear identificou uma tendência de crescimento do apoio à tecnologia em diferentes países. O relatório The Nuclear Confidence Project – Global Public Opinion Report 2026, elaborado pelo Radiant Energy Group, reuniu respostas de mais de 26,5 mil pessoas em 34 países e apontou que o número de apoiadores da geração de eletricidade por fonte nuclear supera o de opositores na maioria dos locais analisados.
De acordo com a pesquisa, 41,4% dos entrevistados apoiam o uso da energia nuclear, enquanto 28,5% se posicionam contra. Em 23 dos 34 países participantes, o apoio foi superior à oposição. O estudo abrange cerca de 65% da população mundial, configurando um amplo levantamento sobre a opinião pública a respeito do tema.
Apesar do crescimento do apoio, o levantamento aponta que ainda há dúvidas sobre o papel da energia nuclear na transição energética. Embora o combate às mudanças climáticas seja citado como uma das principais prioridades na expansão da geração de eletricidade, apenas 44,9% dos entrevistados reconhecem a energia nuclear como uma fonte de baixa ou nenhuma emissão de carbono.
O resultado evidencia a importância de ampliar o acesso a informações sobre as características e aplicações dessa tecnologia. Segundo a Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan), os dados reforçam a necessidade de promover o debate público com base em informações técnicas e evidências científicas.
A confiabilidade do abastecimento elétrico também aparece entre as prioridades dos entrevistados: 40% consideram a segurança e a estabilidade do fornecimento de energia temas importantes para os próximos anos. Esse cenário amplia a discussão sobre a composição das matrizes energéticas e a contribuição de diferentes fontes para atender à demanda.
Ao mesmo tempo, questões relacionadas à segurança continuam presentes na percepção pública. Cerca de 81% dos participantes manifestaram algum nível de preocupação com acidentes ou vazamentos, enquanto 62,5% demonstraram receio em relação ao tempo necessário para a construção de novas usinas. Além disso, mais de um terço dos entrevistados consideram a tecnologia necessária, mas reconhecem que sabem pouco sobre seu funcionamento.
No Brasil, os resultados contribuem para o debate sobre o futuro da energia nuclear, que envolve temas como a conclusão da usina de Angra 3, as aplicações da tecnologia na medicina, na agricultura e na indústria, além do desenvolvimento potencial de pequenos reatores modulares, conhecidos pela sigla SMR.
O levantamento indica que a energia nuclear permanece em discussão no contexto da segurança energética, das metas climáticas e do crescimento da demanda por eletricidade. Os resultados também apontam para a importância de aproximar o conhecimento científico da sociedade, permitindo que a população compreenda melhor os benefícios, os desafios e os riscos associados à tecnologia.
Fonte: Paranoá Energia